Sabe aquele dinheiro pequeno, que a oposição prefere chamar de “esmola”? Os R$ 167,00 do benefício médio do Bolsa Família... Os R$ 46,00 do aumento do salário mínimo e da aposentadoria em 2014... Os R$ 500,00 que a costureira toma emprestados para comprar uma nova máquina... Pois esse dinheirinho faz milagre na mão de quem mais precisa. E o milagre se multiplica quando ele circula na economia e ajuda o Brasil a crescer com distribuição de renda e inclusão social.
Em 2013, o Bolsa Família teve impacto de R$ 41 bilhões sobre o PIB, pois de acordo com cálculos do Ipea para cada R$ 1,00 investido no programa (R$ 24 bi ao todo) há o retorno de R$ 1,78 para a economia; o reajuste do salário mínimo (só o reajuste, que foi de R$ 46) injetará, ao longo de 2014, R$ 28,4 bilhões na economia, segundo dados do Dieese; os empréstimos tomados pelos pequenos empreendedores, via microcrédito produtivo Crescer, colocaram outros R$ 14,1 bilhões em circulação. Sabe aquele dinheirinho lá do começo? Pois é. Virou um dinheirão.
Com o crescimento da demanda, os fabricantes aumentam a produção e contratam mais trabalhadores; com o aumento dos postos de trabalho, são mais trabalhadores recém-contratados pela comércio e pela indústria, com mais renda, comprando mais iogurte, máquina de lavar, moto, carro e até imóvel, pelo Minha Casa Minha Vida. E é assim que cada R$ 1,00 do Bolsa Família acrescenta R$ 1,78 ao PIB e aumenta em R$ 2,34 o consumo das famílias.Mesmo pequeno, o dinheiro na mão dos mais pobres ajuda a girar a roda da economia. Com o Bolsa Família, os beneficiários passaram a comprar bem mais do que antes. Iogurte para as crianças, máquina de lavar roupa em suaves prestações etc etc. Como são milhões de brasileiros comprando a mais, o supermercado e a loja vendem muito mais iogurte e máquina de lavar; logo, compram mais dos fabricantes; logo, contratam mais vendedores.
Saiba mais sobre o Bolsa Família.
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