Barroso foi o relator do mandado de segurança ajuizado na semana passada pela presidente da Comissão Mista de Orçamento, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES). Na ação, a senadora pede que as prestações de contas de ex-presidentes e da presidente Dilma Rousseff sejam votadas no Plenário do Congresso Nacional, e não separadamente na Câmara e no Senado, como vinha acontecendo até então.
Para Guimarães, a liminar foi amparada no texto constitucional. "Não é vitória do governo, nem derrota do presidente [Eduardo] Cunha, nem vitória da Rose. É uma vitória da democracia, da legalidade democrática. O Brasil tem uma ordem democrática vigorosa. E quando há controvérsia, o Supremo existe para analisar a constitucionalidade", afirmou.
O líder do governo criticou a maneira como a oposição discute as contas da presidente Dilma Rousseff: "Não sei por que ficam criando essa celeuma com as contas da presidente. Todas as outras contas que foram aprovadas tinham as mesmas 'pedaladas'. Essa onda golpista é que temos que combater. As contas da Dilma serão julgadas dentro da normalidade do Congresso".
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Do Portal Vermelho, com informações Agência Câmara
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