
Até aí, tudo bem.
O demônio está na companhia.
Arrocho foi na excelsa companhia do Padim Pade Cerra, que como o Farol de Alexandria, acredita tanto em Deus quanto na monogamia.
O Padim Pade Cerra foi responsável por uma das mais sujas campanhas presidenciais da história da República, em 2010, quando, de novo, tomou uma surra do adversário trabalhista.
Enrolou-se na batina de padres e pastores, jogou o aborto no centro do debate – aborto no Chile, tudo bem – e envolveu um bispo e até o Papa nas querelas eleitorais.
Foi uma baixaria travestida na liturgia cristã, a ponto de a candidata Dilma Rousseff, no primeiro dos debates, na Bandeirantes, acusar a mulher dele – a estadista chilena – de mentir sobre a questão do aborto.
Mau sinal.
Se o Arrocho Neves fizer a campanha de báculo e mitra, já se sabe: foi convertido pelo Padim.
E jogará a eleição na lata de lixo.
Foi o que o Padim fez em 2010 !
Em tempo: como diz o Ciro Gomes, Cerra numa campanha é baixaria na certa …
Paulo Henrique Amorim
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