| Falta de condições sanitárias causaram o fechamento |
O pouco que restava do interior da sede da 7ª Delegacia de Polícia Civil, no bairro das Quintas, estava sendo retirado ontem por agentes. Isso porque existe prazo até amanhã para que o local seja esvaziado, em cumprimento ao que foi estipulado pela Coordenadoria de Vigilância Sanitária (Covisa), que interditou o prédio na última terça-feira (23). A fiscalização foi solicitação pelo Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (Sinpol).
Logo na entrada, a precariedade da 7ª DP é notada pela falta de identificação da delegacia. Dentro do que se chamava de delegacia as paredes se encontravam descascadas com fotos de suspeitos procurados ou com calendários pregados. Atrás das oito portas do local em que 11 pessoas trabalhavam muito lixo acumulado e cheio de objetos velhos. Na porta onde fica o arquivo morto, a sujeira tomava conta da papelada, sem contar com o mau cheiro. Na parte onde estavam os dormitórios dos agentes, os lençóis brancos se encontravam pretos e com forte cheiro de mofo, além dessas instalações também não terem luz elétrica.
Como se não bastasse o que foi visto, a chefe da Covisa, Ana Cristina Ferreira, relatou que a equipe do órgão que foi ao local verificou que não existem as mínimas condições de trabalho. “Foram verificadas várias infiltrações nas paredes e 60% do teto não tem telhado. Sem contar que tem muro caindo e muito mofo, sendo um desconforto para os trabalhadores e para as pessoas que iam prestar queixa”, disse. Ana Cristina confirmou que na próxima segunda-feira (29) irá à 7ª DP novamente para verificar se tudo foi retirado e a desinterdição só vai ocorrer se for feita uma reforma.
Sobre uma possível reforma da 7ª DP, tramita na Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) um projeto da referida delegacia. No entanto, ainda não há previsão para o início da obra. Agentes que trabalhavam no local não quiseram falar com a reportagem da TRIBUNA DO NORTE por causa de uma possível retaliação. “Quem falar provavelmente vai ser transferido para Mossoró”, disse um dos agentes.
Diante da situação, o secretário do fórum de moradores do bairro, Otacílio Alves, falou que até a próxima terça-feira (30) entrará com uma ação junto ao Ministério Público. “É uma sugestão e tanto para o MP agir contra essa falta de vergonha. Agora quem quiser fazer queixa vai ter que ir pra outro lugar”, disse. A Delegacia Geral de Polícia Civil (Degepol) informou que devido a 7ªDP estar em processo de transferência, o atendimento à população pode ser feito na unidade mais próxima, na Delegacia do Cidadão ou na Delegacia de Plantão da Zona Sul. Além disso, a partir da próxima segunda-feira (29) a 7ªDP irá funcionar, em caráter provisório, no primeiro andar da 14ª DP, que fica no bairro de Felipe Camarão.
A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou entrar em contato com o presidente do Sinpol, Djair Oliveira, para saber se ele orientou a Covisa para visita em outras delegacias, mas não atendeu às ligações.
Como se não bastasse o que foi visto, a chefe da Covisa, Ana Cristina Ferreira, relatou que a equipe do órgão que foi ao local verificou que não existem as mínimas condições de trabalho. “Foram verificadas várias infiltrações nas paredes e 60% do teto não tem telhado. Sem contar que tem muro caindo e muito mofo, sendo um desconforto para os trabalhadores e para as pessoas que iam prestar queixa”, disse. Ana Cristina confirmou que na próxima segunda-feira (29) irá à 7ª DP novamente para verificar se tudo foi retirado e a desinterdição só vai ocorrer se for feita uma reforma.
Sobre uma possível reforma da 7ª DP, tramita na Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) um projeto da referida delegacia. No entanto, ainda não há previsão para o início da obra. Agentes que trabalhavam no local não quiseram falar com a reportagem da TRIBUNA DO NORTE por causa de uma possível retaliação. “Quem falar provavelmente vai ser transferido para Mossoró”, disse um dos agentes.
Diante da situação, o secretário do fórum de moradores do bairro, Otacílio Alves, falou que até a próxima terça-feira (30) entrará com uma ação junto ao Ministério Público. “É uma sugestão e tanto para o MP agir contra essa falta de vergonha. Agora quem quiser fazer queixa vai ter que ir pra outro lugar”, disse. A Delegacia Geral de Polícia Civil (Degepol) informou que devido a 7ªDP estar em processo de transferência, o atendimento à população pode ser feito na unidade mais próxima, na Delegacia do Cidadão ou na Delegacia de Plantão da Zona Sul. Além disso, a partir da próxima segunda-feira (29) a 7ªDP irá funcionar, em caráter provisório, no primeiro andar da 14ª DP, que fica no bairro de Felipe Camarão.
A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou entrar em contato com o presidente do Sinpol, Djair Oliveira, para saber se ele orientou a Covisa para visita em outras delegacias, mas não atendeu às ligações.
da TN
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