
Antes de falar da vereadora Rayure Protásio, é preciso conhecer mais sobre as atribuições de quem legisla na esfera municipal.
Um vereador faz parte do poder legislativo e chega ao cargo por meio de eleições diretas. É uma pessoa da comunidade escolhida pelo população para ser seu representante.
Talvez essa seja a maior responsabilidade do parlamentar: representar os anseios de uma sociedade que sempre espera mudanças e que grite por dias melhores.
Para ajuda na melhoria de sua comunidade o vereador trabalha por meio de leis, por isso é necessário conhecer da legislação brasileira ou buscar ajuda se houver dúvidas. As leis e propostas dos vereadores são submetidos à análise e votos dos colegas.
É dessa forma que a elaboração, discussão e votação de leis para a municipalidade, propondo-se benfeitorias, obras e serviços para o bem-estar da vida da população em geral acontece.
Os vereadores, dentre outras funções, também são responsáveis pela fiscalização das ações tomadas pelo poder executivo, isto é, pelo prefeito, cabendo-lhes a responsabilidade de acompanhar a administração municipal, principalmente no tocante ao cumprimento da lei e da boa aplicação e gestão do erário, ou seja, do dinheiro público.
Poucos parlamentares talvez conheçam a essência do significado dessas atribuições.
Agora vamos entender quem é a vereadora Rayure Protásio e o que ela faz.
Foi eleita com 1.653 votos. E diz representar uma comunidade rural chamada Poço de Pedra. Um lugar onde não se conhece ações do poder público.
Um povoado sem assistência médica, transportes públicos, sem estradas interligadas boas até o centro urbano mais próximo, cercado pela violência, desemprego, sem saúde e onde miséria e pobreza se espalham.
Não iremos falar de outros problema sociais para não envergonhar a vereadora eleita em sua comunidade. Protásio sempre foi aliada do prefeito, ou seja, sempre teve os caminhos para mudar a realidade local. Mas manter um curral eleitoral é melhor que promover o progresso.
A vereador é alvo de ao menos cinco investigações na Polícia Federal do Rio Grande do Norte por corrupção eleitoral. Os casos foram remetidos para justiça eleitoral.
A influência que o mandato lhe deu, Rayure utiliza para barganhar cargos públicos para o marido, o pai e demais familiares.
O Ministério Público denunciou e abriu investigação contra a vereadora por nepotismo e outros supostos crimes contra a administração pública. A parlamentar também é investigada por uso indevido de carros da Câmara.
Foi conivente com a criação de cargos públicos que geraram despesas de quase R$ 4 milhões por ano. Aprovou aumento de impostos que estão prejudicando os moradores. Vota contra o povo e age contra as famílias de São Gonçalo.
A vereadora não gosta de saber que sua reputação política é alvo de criticas e questionamentos pela sociedade. Deveria renunciar ao cargo, se não tem preparo psicológico para lidar com avaliação social.
Por isso, move uma ação judicial contra os jornalistas do FalaRN, por acreditar que foi alvo de calúnia, difamação, e destruição de sua reputação.
O jornal deu apenas visibilidade as denúncias, investigações do TSE, MPE e PF. Mas a vereadora acredita que as informações foram plantadas pelos jornalistas com objetivo de lhe prejudicar. Ledo engano e amadorismo político da parte dela.
Mas ela não age sozinha, tem a mesma prática de outros colegas vereadores, secretários municipais e até o prefeito que tentam calar, intimidar, censurar jornalistas por meio de ações judiciais. A imprensa boa, é a aquela que fecha os olhos para as irregularidades, acreditam eles, por isso movem dezenas de ações judiciais contra o FalaRN.
Rayure precisa entender que gestores e parlamentares podem ser alvo constante de criticas, reclamações da sociedade. Isso é democracia e dever do cidadão que paga seus impostos em dia.
Protásio tem salário de cerca de R$ 15 mil pago pelos seus eleitores, carro, combustível, verba para manutenção de gabinete para se manter cega diante dos problemas sociais e dos clamores do povo.
É certo continuar votando em quem age e tem essas práticas? É correto que os moradores da cidade continuem pagando salário de quem é omisso para a sociedade?
Quem tem boa consciência, não reelegeria Rayure Protásio para um novo cargo de vereadora. Ela é uma ameaça ao patrimônio público!
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