PSDB, A NOVA UDN, SE CALA DIANTE DA PRISÃO DE CUNHA

outubro 19, 2016Senador Georgino Avelino Minha Cidade

Partido que assumiu viés moralista nos últimos anos não soltou um pio na tarde desta quarta-feira 19, quando o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi preso por determinação do juiz Sérgio Moro; no Congresso, o presidente do PSDB e senador Aécio Neves (MG), que já teve o nome citado por vários delatores na Lava Jato, frustrou os jornalistas hoje ao passar direto sem comentar o caso Cunha (confira o vídeo); outras lideranças, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador Geraldo Alckmin e o deputado Carlos Sampaio também nada disseram até o momento; apenas o deputado Antônio Imbassahy (BA), líder do PSDB na Câmara, soltou uma nota discreta sobre o assunto

247 – O PSDB continua vestindo os trajes da moralidade. Prova disso é o silêncio diante da prisão, na tarde desta quarta-feira 18, do deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por determinação do juiz Sérgio Moro.

Hoje, no Congresso, o presidente da legenda, o senador Aécio Neves (MG), que já teve o nome citado por vários delatores no âmbito da Operação Lava Jato, frustrou os jornalistas ao passar direto sem comentar o caso Cunha, conforme vídeo divulgado pelo jornalista George Marques no Twitter. Assista abaixo:
 Outras lideranças tucanas, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e o deputado Carlos Sampaio (SP) também nada disseram até o momento sobre a prisão de Cunha. Apenas o líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy (BA), soltou uma nota discreta sobre o episódio.

"Já era de certa forma esperada, diante da quantidade de denúncias e da gravidade dos fatos a ele atribuídos. É mais um passo da Operação Lava Jato e cabe agora à Justiça, no vigor do regime democrático de Direito, realizar o julgamento final", disse Imbassahy. 

Nos últimos anos, desde o início da Lava Jato e especialmente na luta para apear do poder a presidente Dilma Rousseff, o PSDB assumiu um viés moralista, indicando que a corrupção atingiria apenas o PT e seus membros. Aécio, porém, a todo custo para concretizar o impeachment, se aliou a Cunha, três vezes réu no Supremo. E mantém o silêncio quando o ex-aliado é preso.

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