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RENAN AVISA: SENADO VAI OUVIR TRABALHADORES

abril 28, 2017Senador Georgino Avelino Minha Cidade

Ex-presidente do Congresso e atual líder do PMDB, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) reconheceu a força da greve geral desta sexta-feira e disse que o Senado não vai aceitar a reforma trabalhista da forma como ela foi votada na Câmara dos Deputados; "uma discussão dessa importância, num momento de desemprego agudo como o atual, não pode ser votada de atropelo, na calada da noite", disse Renan ao 247; segundo ele, as paralisações desta sexta-feira foram muito fortes em todo o País, o que impõe a necessidade de diálogo; "nós vamos chamar os trabalhadores e cada uma das centrais sindicais para discutir todos os pontos da reforma", disse Renan; ele afirmou ainda que a experiência internacional demonstra que, onde houve retirada de direitos e garantias sociais, não se viu nenhum aumento significativo dos empregos; "ao contrário, só houve precarização"

Alagoas 247 – A greve geral desta sexta-feira 27, que paralisou escolas, bancos e transportes em todas as capitais do País, já produziu resultados práticos. A reforma trabalhista, que praticamente mata direitos consagrados na CLT, não será chancelada de forma automática pelo Senado. Quem avisa é o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do PMDB e ex-presidente da Casa.

"Uma discussão dessa importância, num momento de desemprego agudo como o atual, não pode ser votada de atropelo, na calada da noite", disse Renan ao 247.

Num discurso no Senado, na tarde de ontem, Renan afirmou que Michel Temer tenta fazer a reforma do "dá ou desce" – ou os empregados aceitam as condições impostas pelos patrões ou buscam outro emprego. "Isso é inaceitável".

Segundo ele, as paralisações desta sexta-feira foram muito fortes em todo o País, o que impõe a necessidade de diálogo. "Nós vamos chamar os trabalhadores e cada uma das centrais sindicais para discutir todos os pontos da reforma", disse ele.

Renan afirmou ainda que a experiência internacional demonstra que, onde houve retirada de direitos e garantias sociais, não se viu nenhum aumento significativo dos empregos. "Ao contrário, só houve precarização".

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