Foto: Arquivo Nominuto

Presidente da Associação de Cabos e Soldados.
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Um dos vídeos mostra um policial supostamente transferindo combustível de uma viatura para um carro particular, que segundo a associação seria utilizado em trabalhos investigativos da seção de inteligência do 10º BPM.
Segundo o Cabo PM Jeóas dos Santos, presidente da entidade, o proprietário do veículo, que também aparece no vídeo sequer foi preso, pois “todos os policiais do Batalhão e do Comando da PM sabiam que aquele carro seria utilizado em trabalhos reservados de investigação e, por isso, ele não foi detido” disse.
O outro vídeo que será contestado é o que aparece uma viatura estacionada em um posto de combustível. Jeóas confirma que aquele seria um ponto base, mas não de exclusividade do posto de combustível. "Levantamentos estatísticos comprovaram o alto índice de ocorrências naquela área e após ser instalado o ponto base os número caíram consideravelmente. E tudo isso temos como comprovar com documentos” argumentou.
Passada uma semana de deflagrada a operação “Batalhão Mall” apenas três policiais continuam presos. Os argumentos do Ministério Público de que em liberdade eles poderiam atrapalhar os trabalhos investigativos do caso, não sustentaram a prisão dos envolvidos nem por uma semana, e os três que ainda permanecem presos, assim estão por não terem recorrido à Justiça com um pedido de liberdade.
A Associação de Cabos e Soldados lamenta a exposição negativa dos policiais militares e da corporação e diz que esse danos são irreparáveis. "Dentre os presos haviam policiais com mais de 20 anos de bons serviços prestados à sociedade, e com um comportamento classificado como excepcional” pontuou.
Fonte: no minuto.com
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