
A coleta de lixo hospitalar está suspensa em todas as 40 unidades da rede estadual na capital e interior do Estado. Por falta de pagamento, a empresa responsável pela coleta, a Serquip Tratamento de Resíduos, paralisou no dia 29 de dezembro, último dia útil de 2014, o recolhimento do material em toda a rede de hospitais do Estado. Uma dívida de R$ 1.270 milhão, junto a Secretaria Estadual de Saúde Pública, referente ao repasse dos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro do ano passado é o motivo da suspensão da atividade.
No Hospital Infantil Varela Santiago, em Petrópolis, o volume acumulado já é motivo de preocupação para direção do hospital e para a vizinhança. Há oito dias sem a retirada do material - descartado de ambulatórios, centros cirúrgicos e unidades de terapia intensiva -, a “casa de lixo” já acumula cerca de 800 quilos de lixo hospitalar, que exala mau cheiro e aumenta o risco de contaminação.
O gerente administrativo e financeiro do HIVS, Francisco Régis, informou que já notificou a Sesap sobre a não realização do recolhimento e aguarda o restabelecimento do serviço. “O contrato é entre a Sesap e a Serquip e foi suspenso por atraso no pagamento. Não temos como fazer o recolhimento de um material que precisa de um tratamento diferenciado”, disse. Caso o serviço que era realizado duas vezes por semana, naquela unidade, não seja retomado e com o local já superlotado, o lixo hospitalar poderá ser depositado na rua.
O gerente administrativo e financeiro do HIVS, Francisco Régis, informou que já notificou a Sesap sobre a não realização do recolhimento e aguarda o restabelecimento do serviço. “O contrato é entre a Sesap e a Serquip e foi suspenso por atraso no pagamento. Não temos como fazer o recolhimento de um material que precisa de um tratamento diferenciado”, disse. Caso o serviço que era realizado duas vezes por semana, naquela unidade, não seja retomado e com o local já superlotado, o lixo hospitalar poderá ser depositado na rua.
A situação preocupa moradores do entorno. Na Rua Porciano Barbosa, por trás do Hospital Varela Santiago, vizinhos reclamam da proliferação de insetos, mau cheiro e do risco de infecção. “Eu tenho dois netos bebês ainda, que se arrastam, e tenho medo porque é lixo hospitalar, pode trazer doença”, diz a dona de casa Lúcia Maria de Freitas. O marido dela, Francisco Câmara, reclama de excesso de moscas, mosquitos e baratas na última semana.
O gerente administrativo e financeiro da Serquip, Clébio da Câmara Azevedo lembra que além do débito de R$ 1,2 milhão, há restos a pagar ainda do Governo Iberê de Souza que somam R$ 1,8 milhão referente a cinco meses de atraso, que não foram quitados pelo Governo Rosalba Ciarlini.
“Tivemos uma reunião com o coordenador da Sesap e ele está buscando reunião com o secretário de Planejamento e com o governador, para vermos como ficará nosso contrato”, disse. “Sem pagamento, não temos sequer como abastecer os caminhões que circulam o Estado”, acrescenta o executivo da Serquip. O contrato no valor de R$ 300 mil, por mês, entre a empresa e a Sesap, segundo ele, está no segundo aditivo.
A empresa faz a coleta e tratamento do resíduo de 18 unidades hospitalares em Natal – como Hospital Walfredo Gurgel, Hospital João Machado, Santa Catarina, Giselda Trigueiro e Hemonorte - e em 22 hospitais regionais no interior. De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital Walfredo Gurgel, houve coleta de lixo hospitalar, nesta quarta-feira, dia 7. A assessoria não informou qual empresa prestou o serviço
da TN
O gerente administrativo e financeiro da Serquip, Clébio da Câmara Azevedo lembra que além do débito de R$ 1,2 milhão, há restos a pagar ainda do Governo Iberê de Souza que somam R$ 1,8 milhão referente a cinco meses de atraso, que não foram quitados pelo Governo Rosalba Ciarlini.
“Tivemos uma reunião com o coordenador da Sesap e ele está buscando reunião com o secretário de Planejamento e com o governador, para vermos como ficará nosso contrato”, disse. “Sem pagamento, não temos sequer como abastecer os caminhões que circulam o Estado”, acrescenta o executivo da Serquip. O contrato no valor de R$ 300 mil, por mês, entre a empresa e a Sesap, segundo ele, está no segundo aditivo.
A empresa faz a coleta e tratamento do resíduo de 18 unidades hospitalares em Natal – como Hospital Walfredo Gurgel, Hospital João Machado, Santa Catarina, Giselda Trigueiro e Hemonorte - e em 22 hospitais regionais no interior. De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital Walfredo Gurgel, houve coleta de lixo hospitalar, nesta quarta-feira, dia 7. A assessoria não informou qual empresa prestou o serviço
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